UMA EDUCAÇÃO PARA O SÉCULO XXI
A Escola da Fazenda orienta o planejamento de suas atividades para um trabalho educacional de qualidade, que vise promover a formação de um ser atuante, conseqüente em seus atos, cooperativo, crítico e criador. Levando em conta a inerente espontaneidade infantil, que permite e até obriga os educadores a deixar espaço e tempo para as manifestações criativas e criadoras das crianças, as atividades oferecem oportunidade de experimentar, de conhecer seu corpo, de explorar espaços e movimentos e de aprender a interferir no espaço em que vive. E interferir, no sentido aqui utilizado, significa agir sobre uma determinada realidade, para modificá-la conforme os objetivos do sujeito.de aprender a interferir no espaço em que vive. E interferir, no sentido aqui utilizado, significa agir sobre uma determinada realidade, para modificá-la conforme os objetivos do sujeito.
Assumimos um compromisso com a formação de pessoas realmente melhores em todos os sentidos, que tenham consciência de seu papel na sociedade, que pensem com criatividade e ao mesmo tempo com lógica, que reconheçam as oportunidades em que podem interferir nos espaços que convivem, e que o façam de maneira propositiva, construindo, sempre em colaboração com seus pares, um mundo melhor para si mesmas e para seus descendentes. A perspectiva pedagógica que mais contempla nossos anseios acerca do papel da escola na formação social do indivíduo é a Pedagogia Histórico-Crítica, que vem se desenhando no Brasil nas últimas duas décadas.Assumimos um compromisso com a formação de pessoas realmente melhores em todos os sentidos, que tenham consciência de seu papel na sociedade, que pensem com criatividade e ao mesmo tempo com lógica, que reconheçam as oportunidades em que podem interferir nos espaços que convivem, e que o façam de maneira propositiva, construindo, sempre em colaboração com seus pares, um mundo melhor para si mesmas e para seus descendentes. A perspectiva pedagógica que mais contempla nossos anseios acerca do papel da escola na formação social do indivíduo é a Pedagogia Histórico-Crítica, que vem se desenhando no Brasil nas últimas duas décadas.
A base teórico-metodológica da Pedagogia Histórico-Crítica propicia que se compreenda os seres humanos em sua concreticidade, isto é, em suas múltiplas determinações históricas a partir de suas relações com a realidade social e com a natureza. Desse movimento histórico infinito e dialético dos seres humanos em suas relações sociais e dos seres humanos com a natureza, que também é movimento, dá-se o processo de desenvolvimento da humanidade, em sua trajetória de diversidade histórica e cultural em diferentes tempos e espaços.A base teórico-metodológica da Pedagogia Histórico-Crítica propicia que se compreenda os seres humanos em sua concreticidade, isto é, em suas múltiplas determinações históricas a partir de suas relações com a realidade social e com a natureza. Desse movimento histórico infinito e dialético dos seres humanos em suas relações sociais e dos seres humanos com a natureza, que também é movimento, dá-se o processo de desenvolvimento da humanidade, em sua trajetória de diversidade histórica e cultural em diferentes tempos e espaços.
Essa condição de espécie torna-se possível através da atividade social humana, pressuposto que vai diferenciar o ser humano de outros animais, demarcar a diferenciação entre natureza e cultura, entre espécie e gênero.Essa condição de espécie torna-se possível através da atividade social humana, pressuposto que vai diferenciar o ser humano de outros animais, demarcar a diferenciação entre natureza e cultura, entre espécie e gênero.
A análise da escola, nessa perspectiva teórica, passa então a ser compreendida em sua realidade objetiva e qualquer que seja o aspecto a ser trabalhado – o tema, a relação conteúdo/forma, a área de ensino, a disciplina ministrada, os níveis de organização da escola, as relações no interior da comunidade escolar e desta com a sociedade – deverá levar em conta a realidade social na qual está inserida, sob pena de se trabalhar sem noção do incessante movimento da história e, na ausência desta noção, incorre-se no risco de tornar a prática pedagógica inerte e desprovida de senso crítico. Não devemos esquecer que a sociedade não é, está sendo e será, no futuro, dependendo da consciência e da ação que desenvolvermos no presente.A análise da escola, nessa perspectiva teórica, passa então a ser compreendida em sua realidade objetiva e qualquer que seja o aspecto a ser trabalhado – o tema, a relação conteúdo/forma, a área de ensino, a disciplina ministrada, os níveis de organização da escola, as relações no interior da comunidade escolar e desta com a sociedade – deverá levar em conta a realidade social na qual está inserida, sob pena de se trabalhar sem noção do incessante movimento da história e, na ausência desta noção, incorre-se no risco de tornar a prática pedagógica inerte e desprovida de senso crítico. Não devemos esquecer que a sociedade não é, está sendo e será, no futuro, dependendo da consciência e da ação que desenvolvermos no presente.
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